Caso Clínico Fevereiro 2020

Maria Pia Costa Santos1, Raquel Tavares2, Alexandre Ferreira1

1 – Serviço de Gastrenterologia, 2 – Serviço de Infecciologia do Hospital Beatriz Ângelo

Esófago distal

Doente do sexo masculino, 54 anos, com infeção crónica por vírus de imunodeficiência humana (VIH) tipo 1 e 2, diagnosticada em 2004, estadio SIDA (contagem de células T CD4+ 35/ml e carga viral basal de VIH1 10747 cópias/ml), com cumprimento irregular da terapêutica anti-retroviral. Atualmente com contagem de células T CD4+ 20/ml e carga viral de VIH1 < 20 cópias/ml. Realizou endoscopia digestiva alta por disfagia que mostrou no terço distal do esófago placas esbranquiçadas confluentes, que não se destacavam com a lavagem. Sem outras aletrações de relevo.

 

Qual a hipótese de diagnóstico mais provável?

A) Esofagite herpética

B) Candidíase esofágica

C) Carcinoma pavimento-celular do esófago

D) Esofagite secundária a VIH

E) Esófago de Barrett

Caso Clínico Fevereiro 2020

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