Caso Clínico Outubro 2021

Autores: Inês Costa Santos1, Cristiana Sequeira1, Mariana Coelho1, Eduardo Dantas1, Cláudio Martins1, Ana Paula Oliveira1

1Serviço de Gastrenterologia, Hospital de São Bernardo, Centro Hospitalar de Setúbal

Mulher de 72 anos com história conhecida de hipertensão arterial e hipotiroidismo, medicada com losartan e levotiroxina. Referenciada à Consulta de Gastrenterologia por disfagia, predominantemente para sólidos, de carácter episódico, com cerca de um ano de evolução, ocasionalmente com odinofagia associada. Negava outra sintomatologia acompanhante, nomeadamente pirose, dor torácica ou abdominal. Sem história familiar de cancro gástrico ou esofágico. O exame objetivo não revelou alterações. Foi realizada endoscopia digestiva alta, que revelou ao nível do esófago distal presença de anel de Schatzki (figura 1). No esófago cervical observou-se área com mucosa avermelhada, de contornos irregulares, ocupando cerca de 60% da circunferência esofágica (figura 2), que se biopsou.

A que poderá corresponder a zona identificada na figura?

  Esofagite cáustica
  Esofagite viral
  Heterotopia gástrica
  Líquen esofágico
  Carcinoma pavimentocelular do esófago

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